<jats:p>O artigo propõe a noção de enquadramento performativo para nomear práticas de inscrição que produzem efeitos mais ou menos normativos de identificação de sujeitos sociais. Para demonstrar a presença e a relevância dessa noção na arte da atualidade, analisamos duas obras brasileiras recentes, de Laura Fraiz e de Eduardo Montelli, que foram desenvolvidas no projeto curatorial de Raphael Fonseca para a terceira edição do Pivô Satélite, intitulado “Sexo, Mentiras e Videotape”.</jats:p>
Make this part of your paper trail
Save this paper to a shelf, write a review, and keep your own notes.